Titular da cadeira 01

Cleuza Cyrino Penha (01/01/1929), natural de Lins, Estado de São Paulo, sexta filha do casal João Batista Cyrino e Eurídice Ribeiro Cyrino. Casou-se com Boulivar Bortolusso Penha no ano de 1954, e teve três filhos: Alda, Ulisses e Edgar. Casou-se com Boulivar Bortolusso Penha com quem teve os filhos Alda (psicóloga), Ulisses (geólogo) e Edgar (empresário), sete netos e três bisnetas. Após concluir o ensino fundamental e médio em sua terra natal, cursou a “Escola Normal”, preparatória o magistério, antes de transferir residência para Paranavaí, em 1959. Em sua nova cidade, obteve a licenciatura em Letras (Português-Inglês) pela Fafipa – Faculdade Estadual de Educação, Ciências e Letras de Paranavaí, atual Unespar. Lecionou nos colégios estaduais Dr. Marins Alves de Camargo, Leonel Franca, Três Marias e Enira Moraes Ribeiro. Foi professora e diretora da Escola Municipal Ayrton Senna da Silva – CAIC. Possui diversos outros cursos: Fundamentos da Educação, História Contemporânea, Folclore do Nordeste Brasileiro, Latinidade Brasileira e Academias, Gramática Construtural, Aperfeiçoamento em Língua Portuguesa. Publicou inúmeras obras publicadas, dentre as quais se destacam: Retalhos d’Alma (romance), Bocas Famintas (poesia), O Tesouro do Carpinteiro (contos), Lua Nova (poesia), Garimpeiros da Felicidade (contos), Quem Cuidará de Nossas Crianças, Educação Especial, Saudades dos Amores (haicais), Quem Escreverá o Amor (poesia), Na curva, um canteiro de rosas (*). Participação ativa no movimento cultural de Paranavaí, especialmente no Femup – Festival de Música e Poesia de Paranavaí, integrando em inúmeras oportunidades as comissões julgadoras ao longo de 43 anos. Autora da letra do hino do Femup. Presidiu a Fundação Cultural no período de *. Foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Paranavaí, concedido pela Câmara Municipal de Paranavaí e entregue em sessão solene realizada no dia 10 de março de 2016. Atuou decisivamente para a criação da Academia de Letras e Artes de Paranavaí, vindo a ocupar, por sorteio e merecidamente, a cadeira nº 1. Escolheu como patrono o escritor gaúcho Érico Veríssimo.

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